Acordem

Editorial: 5G, as profecias bíblicas e a sociedade atual - 17Dez2018 01:34:56

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Ainda há pouco começaram a colocar os contadores inteligentes em nossas casas e a dar mais um passo na invasão total da nossa privacidade, e já vem aí o 5G. Vamos ser irradiados por todos os lados, muito mais do que atualmente.

A seguir ao 5G virão mais aplicações abusivas da tecnologia até ao epílogo final, a marca da besta. Vão querer obrigar-nos a usar um chip na testa ou na mão direita (Apocalipse 13). Os mídia, sob controle do poder económico, vão dizer-nos que tudo é para o nosso bem e para nossa comodidade, para nos proteger da criminalidade, da lavagem de dinheiro, etc, etc. Conversa de vigário.

Vai continuar a acentuar-se o ataque contra tudo o que é o bem comum: saúde, família, pátria, decência (João 10:10). O inimigo sabe que já tem pouco tempo. Jesus Cristo está vindo em breve.

São as profecias bíblicas a cumprir-se em frente aos nossos olhos, mais uma prova da veracidade e inspiração do livro sagrado que tivemos o privilégio de receber como herança na nossa cultura cristã. Mas não lhe damos o valor devido (Isaías 53:3) nem acreditamos nele (Lucas 18:8).

Entretanto o pedido de Nossa Senhora, da consagração da Rússia, continua sem ser obedecido pelos papas, e sujeitamo-nos a que "várias nações serão aniquiladas".

Portugal e o mundo ocidental estão a cometer suicídio com a taxa de natalidade abaixo do valor de reposição (2,1 bebés por casal). Em vez disso promove-se a cultura da morte, o homossexualismo, teoria de género, etc., com o apoio dos políticos, dos empresários, dos bancos, câmaras municipais, etc.

O marxismo toma conta das nossas escolas e da sociedade. Ensina-se o materialismo (teoria da evolução) às nossas crianças, destrói-se-lhes a fé, a inocência afoga-se numa maré de sangue (Yeats, "Second Coming"), a nova bandeira comunista do ambientalismo continua à procura de estabelecer o totalitarismo global, à busca insaciável de mais poder, mais uma vez com o apoio dos capitalistas e do governo, e usando as novas armas linguísticas: tolerância, inclusão, diversidade, com as quais atacam todos os que têm pontos de vista diferentes e aniquilam a liberdade de expressão.

A igreja está na maior crise da sua história, nega a Cristo e ao depósito da fé, está a criar um nova igreja, agradável ao mundo, com o exemplo vindo de cima, do próprio Papa, uma nova religião universal ecumenista. Os "católicos" assistem como espectadores silenciosos enquanto a sua igreja é demantelada por Satanás. A sua falsa «Igreja» será católica apenas no nome. Formará a parte «católica» da religião estabelecida e obrigatória da Nova Ordem Mundial.

Mas fomos criados para uma altura como esta (Ester 4:14), vamos pedir a Deus que nos dê a graça de sermos luzes no meio da escuridão desta geração perversa.

Os melhores não têm convicção, os piores estão cheios de ardor apaixonado (Yeats obra citada)

Que Deus nos ajude.

Entretanto 3 vitórias recentes, para nos darem algum ânimo:

- Crucifixos de volta às escolas em Itália (link)

- Ministro dos Negócios Estrangeiros brasileiro Ernesto Frago Araújo desmascara a história do "Aquecimento Global" (link)

- Triunfo histórico do centro-direita na Andaluzia (link)


Editor








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A Rede WiFi 5G Global Vai Ser Inevitável - O Que É Necessário Saber - 17Dez2018 01:34:56

 


Aqui Dan Dicks, reporter da "Press For Truth" (Imprensa Para a Verdade), estamos aqui em Spokane, Washington para a Expo "Red Pill" e estou acompanhado pelo nosso bom amigo na "World's Alternative Media", o John Sneisen, bom, John queria falar contigo um pouco sobre esta rede de comunicação 5G que está para vir, porque tu tens experiência em telecomunicações, tens bastante conhecimento nesta área e para quem talvez, esteja a ouvir falar disto pela primeira vez, o que é esta coisa da 5G, como definirias isto, tu sabes, explica-nos em linguagem corrente o que é a 5G e porque é que as pessoas se deveriam preocupar?

JS: Bem, com certeza, antes de falarmos da 5G, vamos começar por falar acerca do que temos hoje em dia, a 4G, por exemplo, o que temos actualmente, temos um monte de antenas plantadas, tu sabes, ao longo das auto-estradas ou estão em instalações próprias, ou onde quer que estejam, e esse é o sistema que temos hoje em dia, elas têm um tipo de célula central onde existem portas dedicadas a cada pessoa, então elas têm, chama-se estação base, quando atendes o telefone e falas ou usas texto ou qualquer outra coisa, isso é comunicado a uma porta na central, e depois a informação é enviada para onde quer que estejas, sabes, encaminhando as tuas informações, então, é assim que funciona actualmente, a rede 4G, mas o sistema 5G! O que estão a pensar fazer é, eles querem usar essas antenas como uma estrutura-base em que elas comunicam entre si sem ter que comunicar com os telemóveis, mas o que vão fazer é colocar antenas por tudo quanto é lado!

E a razão porque têm que fazer isso é porque vão aumentar a frequência, então,
com a frequência que é necessária, quando se aumenta a frequência a distância vai diminuir, dependendo da voltagem, então, vai ser necessária mais voltagem, que é a radiação, a energia que é preciso para enviar esse sinal, então, quando essa radiação sai, vão ter que aumentar a energia e, e é aí que se encontra o perigo. Quando estive na Noruega, subia às torres de rede móvel e a torre tem que ser desligada ou vamos ser completamente fritos, o corpo será muito afectado, e tenho um amigo meu, que não pode passar pelos scanners de corpo nu, aquelas caixas de radiação dos aeroportos.

DD: O que não recomendo a ninguém.

JS: Claro que não! Mas ele teve que passar por um desses uma vez e começou a vomitar,
porque o funcionamento interno do seu corpo estava danificado pela radiação severa a que tinha sido exposto, por simplesmente estar perto de uma dessas torres e, as torres 4G de hoje normalmente enviam a uma potência de 60 watts que é, tu sabes, não parece muito se pensares em potência, mas a frequência é muito maior então a radiação, toda essa frequência é mais perigosa.

DD: Então, a ver se consigo perceber, parece que o que está a dizer é que com a implementação destas novas antenas, o sistema de antenas corrente, será que vão arquitectar, uma malha, como que um teia gigante invisível de radiação que irá descer sobre as pessoas? Como é que isto se vai passar?

JS: Bem, sim, o que vai acontecer é que você vai precisar de uma antena quase à sua porta, porque as frequências que estão a pensar usar são, você sabe, entre 6 e 60 GHz, mas o problema hoje é, com a 4G eu estou a instalar repetidores de sinal nas casas das pessoas, eu não recomendo que alguma vez coloque um desses em sua casa porque é, quero dizer, é uma mini antena de telefone móvel na sua casa o que não é bom para a sua saúde, mas com a nova 5G eles vão ter que colocar estas antenas tão perto e tão juntas umas às outras que não sei se gostaria de estar próximo de um local com 5G

porque você está, claro que não vão precisar emitir a 60 Watts que frita as pessoas mas vão emitir, vão ter que emitir numa voltagem decente que possa penetrar dentro da casa, porque na maioria das casas hoje, o sinal 4G, que são 2,1 GHz aqui na América do Norte, já tem problemas de penetração então, com este novo sistema, e falam sobre aspectos diferentes e maneiras de tentar melhorar e facilitar a penetração, mas eu vejo isso como um perigo porque agora vamos ter todas essas antenas em todo o lado e vão estar constantemente, você sabe, a emitir radiação, porque é a radiação que é perigosa, eles falam muito pouco sobre isso nos livros brancos da 5G, oh sim vai haver alguma mas vai ser dez vezes menos é o que estão a dizer e a afirmar, mas com a 4G você nem mesmo vai querer ter este telemóvel encostado à sua cabeça porque você vai, se alguma vez você esteve, você sabe, a falar desta maneira você sentiu, você sabe, a temperatura e isso é radiação que, você sabe, está a destruir as suas células.










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Triunfo histórico do centro-direita na Andaluzia - 17Dez2018 01:34:56

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Na Andaluzia o futuro começa agora. 

(Carta de Ignacio Arsuaga)

Estou a escrever-lhe alguns dias depois do triunfo histórico do centro-direita na Andaluzia... Estou a escrever-lhe de Nova York, onde participo de uma reunião sobre direitos humanos (direito à vida) na ONU.

A partir daqui, longe da Espanha, passei por estas horas importantes para o futuro da Espanha ... E eu queria compartilhar consigo as minhas reflexões sobre o significado dos resultados das eleições na Andaluzia.

Primeiramente, obrigado por se ter associado à resistência à ditadura do politicamente correto, que em Espanha, na sociedade civil, é liderada por HazteOir.org. Tantos anos a denunciar a ideologia do género, em batalha contra o marxismo cultural, uma ideologia que transcendia a esquerda e se infiltrara no PP e no Ciudadanos..

Quando lançamos o autocarro da liberdade, em março do ano passado, o establishment (a mídia e o político) tentou-nos esmagar, para nos apagar do mapa. Mas, graças ao seu apoio e ao apoio de muitos milhares de espanhóis, continuamos a denunciar o totalitarismo da ideologia de género.

Graças ao resultado das eleições na Andaluzia, essa batalha cultural será travada agora mesmo nos parlamentos e nas instituições. Graças a Vox, o partido que defende de forma mais clara a vida, a família, a liberdade e a unidade da Espanha ... E graças ao PP (e em menor medida aos cidadãos), que em sua nova fase começa a se atrever a questionar a superioridade moral da esquerda.

O Partido Vox mostrou que o caminho para derrotar marxistas culturais é enfrentá-los... perdendo o medo dos insultos e ameaças que eles nos lançam. Nós temos feito isso na sociedade civil. Mas agora, com Vox e o "novo PP" nos parlamentos, o nosso trabalho será mais eficaz.

Mas ... Qual é o trabalho de HO na Espanha nos próximos meses?

A curto prazo, temos que convencer Albert Rivera a facilitar a expulsão do PSOE do governo da Andaluzia. Por favor assine esta petição "dura" que estamos endereçando a Rivera:

http://www.citizengo.org/hazteoir/pc/167099-al-psoe-ni-agua-sr-rivera

O seguinte objetivo: temos que contribuir para desalojar a frente popular (PSOE + Podemos + independentes) do Governo de Espanha ... e de todas as instituições. Queremos facilitar a formação no Congresso de uma maioria de centro-direita que possa afastar a ultra-esquerda golpista de La Moncloa.

Finalmente, já sabemos o que acontece com os partidos políticos quando eles chegam ao poder ... que tendem a esquecer suas promessas. Por isso, a partir de HO, nos encarregaremos de vos lembrar à Vox e ao PP, a Santiago Abascal e a Pablo Casado, que há muitos espanhóis que permanecem vigilantes para que não esqueçam as suas promessas.

Confrontar a indústria do aborto e os ideólogos de género requer muita coragem ... Então, vamos estar ao seu lado como Jiminy Cricket, certificando-se de que eles estão trabalhando ativamente, sem medo, sem complexos, para defender os direitos do nascituro e da família natural.

Como vê, temos muito trabalho pela frente. Mas já estamos conseguindo quebrar a hegemonia cultural da esquerda...

Conto consigo!

Muito obrigado por tudo o que faz.

Um abraço

Ignacio Arsuaga


Gráfico:https://elpais.com/elpais/2018/12/03/inenglish/1543819452_668081.html











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Apelo internacional - Pare o 5G na Terra e no Espaço - 17Dez2018 01:34:56

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As empresas de telecomunicações de todo o mundo, com o apoio dos governos, estão preparadas nos próximos dois anos para implantar a rede sem fio de quinta geração (5G). Prevê-se, tal como é reconhecido, que venha a dar lugar a uma mudança social sem precedentes à escala global. Teremos casas “inteligentes”, empresas “inteligentes”, rodovias “inteligentes”, cidades “inteligentes” e carros autónomos. Praticamente tudo o que possuímos e compramos, de frigoríficos/geladeiras, a máquinas de lavar, embalagens de leite, escovas de cabelo e fraldas infantis conterão antenas e microchips que estarão conectados à Internet sem fios. Cada pessoa na Terra terá acesso instantâneo a comunicações sem fio de muito alta velocidade e baixa latência, a partir de qualquer ponto do planeta, mesmo em florestas tropicais, no meio do oceano e na Antárctida.

A versão portuguesa encontra-se no site oficial do Apelo Internacional 5G,
https://www.5gspaceappeal.org/the-appeal/















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Empresas no Reino Unido pretendem implantar chips nos funcionários - 17Dez2018 01:34:56

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O futuro é agora. Novas tecnologias que antes eram apenas assunto para filmes de ficção científica começam a fazer parte do nosso dia a dia aos poucos, e embora algumas passem despercebidas e cheguem devagar, outras ainda chamam a atenção. 



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A ditadura da ideologia de género - 17Dez2018 01:34:56

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A ideologia de género é sem dúvida a ditadura mais forte dos tempos modernos. Sob a capa do politicamente correto e da proteção das minorias, pretende-se implementar o pensamento único.



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Um bezerro de ouro está a substituir o Deus da criação - 17Dez2018 01:34:56

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Orações na escola e em cerimónias públicas já não são permitidas aos americanos. O financiamento para um grupo de escoteiros foi descartado quando alguém se opôs ao juramento dos escoteiros, "cumprir meu dever para com Deus e com o meu país". E uma promoção do popular programa de televisão "Os Simpsons" mostra Bart Simpson a zombar de uma família que dá graças por uma refeição: "Querido Deus", diz ele, "nós mesmos pagamos por tudo isso, então obrigado por nada".



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Artistas Gráficos enfrentam pena de prisão por não promover o “casamento” entre pessoas do mesmo sexo - 17Dez2018 01:34:56

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Duas artistas de caligrafia do Arizona, que enfrentam multas e pena de prisão por se recusarem a participar na promoção de “casamentos” gays, pedem ao Supremo Tribunal do estado que considere o seu recurso contra a lei da cidade de Phoenix, que as obriga a criar obras de arte que violam as suas crenças religiosas. 

Joanna Duka e Breanna Koski, proprietárias do Brush & Nib Studio, enfrentam até seis meses de prisão, 2.500 dolares em multas e três anos de liberdade condicional para cada dia em que há uma violação do Código 18-4 (B) da Cidade de Phoenix.

As artistas cristãs, não só são ameaçadas de pena de prisão e multas se recusarem a criar arte que celebre o “casamento” gay por causa da lei de Phoenix, mas também podem ser processadas por publicar uma declaração no seu site a explicar que suas convicções religiosas as proíbem de o fazer.

As mulheres, representadas pela Aliança para a Defesa da Liberdade (ADF), pedem ao Tribunal Supremo do Arizona que julgue o caso porque, segundo a ADF, “a lei controla a expressão artística de forma ilegal” e “viola a liberdade de Duka e Koski de escolher quais as mensagens que vão ou não transmitir.

“Os artistas não devem ser forçados a criar obras de arte contrárias às suas convicções fundamentais, e certamente não devem estar sob a ameaça de multas e pena de prisão,” declarou o assessor jurídico da ADF, Jonathan Scruggs.

“O governo deve permitir que os artistas decidam quais as mensagens a promover,” disse Scruggs. “Breanna e Joanna sentem prazer em criar arte personalizada para todas as pessoas; elas simplesmente se opõem a ser forçadas a empenhar alma, imaginação e talento, a criar mensagens que violam a sua consciência.”

Scruggs defendeu o caso perante o Tribunal de Recurso do Arizona (COA). O Tribunal de Recurso decidiu em Junho confirmar a lei de Phoenix.

Apesar do facto de Duka e Koski voluntariamente servirem qualquer cliente, independentemente da sua orientação sexual, e apenas se recusarem a produzir mensagens personalizadas, a apoiar eventos que violam suas crenças, o Tribunal de Recurso do Arizona decidiu que o seu caso era “uma recusa generalizada de serviços à comunidade LGBTQ.” Portanto, os serviços do estúdio não tinham “direito à protecção da liberdade de expressão consagrada na Primeira Emenda.”

O Tribunal de Recurso do Arizona citou a recente decisão do Supremo Tribunal dos EUA, de manter o direito do padeiro do Colorado Jack Phillips, de se recusar a fazer um bolo a promover o “casamento” entre pessoas do mesmo sexo.

O Supremo Tribunal havia decidido em Junho que a Comissão de Direitos Civis do Colorado havia demonstrado hostilidade às crenças religiosas de Phillips, mas a decisão do Arizona foi que não havia evidência que apoiasse a sugestão de que a cidade de Phoenix “tenha promulgado algo que não seja neutro e respeitador das crenças religiosas.”

A ADF entrou com um recurso para o Supremo Tribunal do Arizona no início desta semana. Nele, o grupo jurídico cita várias decisões do Supremo Tribunal dos EUA, incluindo a decisão do “Masterpiece Cakeshop,” e a decisão contra a lei da Califórnia que exige que os Centros Pró-Vida de Gravidezes em Crise, promovam clínicas de aborto.

A petição pede esclarecimentos sobre se a lei de Phoenix viola a Cláusula de Liberdade de Expressão da Constituição do Arizona e o Livre Exercício da Religião no estado.

A cidade de Phoenix aprovou a lei de acomodação pública em 2013. A ADF entrou com um processo contra a lei em nome de Duka e Koski em 2016, argumentando que a lei viola a Constituição do Arizona e a portaria sobre o Livre Exercício Religioso no Arizona.

As autoridades de Phoenix interpretaram a portaria para forçar artistas, como Duka e Koski, a criar arte questionável, de acordo com a ADF, embora as mulheres decidam que arte elas podem criar com base na mensagem da arte, e não nas características pessoais do solicitante.

Karen Mullins, juíza do Tribunal Supremo de Maricopa, decidiu em Outubro do ano passado que a portaria de Phoenix era constitucional e não violava o livre exercício de crenças religiosas, escrevendo que Phoenix pode forçar a Brush & Nib a participar de eventos homossexuais.

A petição da ADF ao Supremo Tribunal do Arizona realça que a maioria das obras de Duka e Koski são para casamentos, que todos os seus convites de casamento “incluem uma linguagem que celebra o casamento” e que elas criaram no passado uma placa de casamento com o versículo da Bíblia sobre Deus unir duas pessoas “numa só carne.”

Duka e Koski dão destaque à mensagem porque as suas crenças cristãs proíbem-nas de criar “arte personalizada que transmita mensagens que aceitem, apoiem ou participem de actividades ou idéias que violem as suas crenças religiosas,” diz o documento.

A ADF argumenta que Phoenix está a exigir que as mulheres criem todas essas formas de arte personalizada para casamentos entre pessoas do mesmo sexo.

“Se a Joanna e a Breanna se recusarem educadamente a criar arte personalizada que celebre o casamentos entre pessoas do mesmo sexo ou publicarem a sua declaração [a explicar que as suas crenças religiosas as impedem de criar certas obras de arte], Phoenix irá processá-las…” afirma a petição. “Mas o [Tribunal de Recurso] confirmou ser este pedido consistente com as protecções à livre expressão e à livre-prática do Arizona. Este Tribunal deve atender a esta petição para esclarecer se as leis de acomodação pública se sobrepõem aos direitos da liberdade de expressão e livre exercício, para corrigir o estreito entendimento do Tribunal de Recurso quanto a essas liberdades importantes, e para alinhar a jurisprudência do Arizona com recentes decisões do Supremo Tribunal dos EUA.”

PHOENIX, Arizona, 13 de Julho de 2018 (LifeSiteNews)

https://www.lifesitenews.com/news/calligraphers-face-jail-time-for-not-promoting-same-sex-weddings?utm_source=LifeSiteNews.com&utm_campaign=bac191cf23-Daily%2520Headlines%2520-%2520World_COPY_284&utm_medium=email&utm_term=0_12387f0e3e-bac191cf23-402354785







 



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Pegadas de Creta pisam evolução humana - 17Dez2018 01:34:56

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Os evolucionistas estão perante uma controvérsia com a descoberta de pegadas fossilizadas "semelhantes às humanas" alegadamente feitas há 5,7 milhões de anos em Trachilos, na ilha mediterrânica de Creta. 



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Canadá: O regime liberal de Wynne será recordado pelas suas leis totalitárias - 17Dez2018 01:34:56

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A primeira-ministra do Ontário, Kathleen Wynne, posa com a sua parceira do mesmo sexo, Jane Rounthwaite
 

A minha opinião, na qualidade de estudioso com um sentido apurado da história viva desde tempos antigos até ao momento presente, é que o 41.º Parlamento do Ontário, que acabou de ser dissolvido para as atuais eleições no Ontário, passará à história como o governo de orientação mais totalitária jamais visto numa democracia.

A atual tendência mundial de "totalitarismo insidioso" que se tem vindo a desenvolver há décadas (desde que o Ocidente começou a executar, por ignorância, políticas que foram primeiro executadas pelos soviéticos e nazis totalitários), atingiu o seu ponto alto no 41.º Parlamento do Ontário, controlado pelos liberais de Wynne. Com o apoio incondicional do NDP, e sem contestação por parte dos conservadores progressistas da “Oposição Oficial” de Patrick Brown, este governo promulgou uma grande série de leis e políticas de orientação totalitária que prepararam a província mais populosa do Canadá para um futuro de orientação totalitária.

Não constituirá motivo de surpresa para os cidadãos atentos que os princípios fundamentais dos Direitos Humanos e da Democracia comecem com a igualdade do valor precioso de todos os seres humanos. A acrescentar a isto há a necessidade de todos os seres humanos estarem livres de coerção do governo em matérias de crença (liberdade de pensamento/religião) a fim de procurarem e encontrarem livremente a verdade de que todos os seres humanos são igualmente preciosos. Tal obriga os governos a proteger e a servir todos os seres humanos preciosos. Neste contexto, um governo totalitário (e o ódio fanático ou a violência contra qualquer grupo de seres humanos) é impensável.

Mas no Ontário liberal de Wynne (com a aprovação total do NDP), os médicos podem perder os empregos por seguirem a tradição médica hipocrática com 2500 anos de que os médicos não matam doentes. Através de numerosas políticas e leis de orientação totalitária, o governo declara efetivamente que “é dono” das crianças do Ontário. Sem mandato, irá mesmo doutrinar as crianças numa nova ideologia pseudocientífica e em novos valores radicais sem história na cultura apesar das objeções dos pais, utilizando o currículo de “Educação Sexual” de Ben Levin, agressor sexual condenado por pedofilia e pornografia infantil, como parte da sua “engenharia social” de estilo totalitário. Mesmo a ciência e a cultura foram reescritas por este governo que não tem qualquer conceito de governo democrático representativo “das pessoas, pelas pessoas, para as pessoas”.

Até os representantes eleitos “das pessoas” dos três partidos foram obrigados a aprovar essas leis. Os pais conhecedores da Lei 89 receiam, com razão, que os filhos possam agora ser afastados de uma educação tradicional com valores tradicionais que o governo já não considera como sendo “nos melhores interesses da criança”. E os defensores pacíficos dos direitos humanos (como Cyril Winter que morreu a aguardar julgamento) são presos só por segurarem cartazes a dizer “liberdade de expressão e religião, não à censura” e “Deus salve os nossos direitos consagrados na carta”.

A liberdade democrática de consciência foi retirada aos médicos e as liberdades democráticas de reunião, opinião, expressão e religião foram retiradas aos defensores dos direitos humanos pró-vida. Tal foi parcialmente concretizado devido à grande ignorância dos factos por parte dos líderes provinciais, como a Declaração de Genebra de 1948, que foi adotada porque o governo nazi tinha descriminalizado o aborto e a eutanásia. A declaração reiterava, na promessa do médico, a antiga tradição médica hipocrática de não matar: “Guardarei respeito absoluto pela Vida Humana desde o seu início”. No mesmo ano, os julgamentos de Nuremberga condenaram os nazis pelo aborto ilegal como “um crime contra a humanidade”. Ainda no mesmo ano, a Declaração Universal dos Direitos Humanos da ONU declarava que os Direitos Humanos eram para todos os seres humanos “sem distinção alguma” porque “o reconhecimento da dignidade inerente a todos os membros da família humana e dos seus direitos iguais e inalienáveis constitui o fundamento da liberdade, da justiça e da paz no mundo”.

Onde quer que o aborto seja legal, matar seres humanos não é considerado errado porque os seres humanos não são inerentemente preciosos. Assim, o resultado final lógico do aborto legal é a Lei 163 do Ontário, o que significa que qualquer pessoa pode ser detida e presa por dizer "matar seres humanos é errado porque os seres humanos são inerentemente preciosos" em qualquer lugar até à distância de 150 m de uma clínica de aborto. Cyril foi detido só por defender a liberdade de opinião. Seguir o precedente soviético e nazi totalitário de descriminalizar o aborto produz logicamente resultados totalitários, tal como acabar com a liberdade de opinião detendo os defensores dos direitos humanos pró-vida.

Não surpreende, portanto, que o Departamento de Estado dos EUA tenha observado que as leis canadianas e, especificamente, no Ontário, estejam a ameaçar a liberdade religiosa.

A minha previsão de estudioso é que o 41.º Parlamento do Ontário resultará, em última instância, em novas “Leis da Traição de Wynne”. Ou, talvez essas leis se venham a chamar "Leis da Traição de Wynne-Trudeau", uma vez que o primeiro-ministro Trudeau, que admira a Cuba e a China totalitárias, não esconde a sua admiração pela primeira-ministra do Ontário, Kathleen Wynne, cujas políticas de orientação totalitária Trudeau imita.

6 Jun 2018 (LifeSiteNews)

William Baptiste é o fundador de Human Rights and Freedoms Forever! e o autor de DEMOCRACY 101: A Voter’s and Politician’s Manual for LASTING Democracy (disponível em Amazon.com) (Contacto: humanrightsandfreedomsforever@yahoo.com).

https://www.lifesitenews.com/opinion/wynnes-liberal-regime-will-be-remembered-for-its-totalitarian-oriented-laws





 



Fonte: http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://acordem.com/blog/32879/

A China poderá pôr fim à política de dois filhos, mas o que vem a seguir poderá ser igualmente mau - 17Dez2018 01:34:56

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Não há assim tanto tempo que as autoridades chinesas se gabavam do sucesso do seu programa de controlo da população. 

Quando o ministro da Saúde chinês, Gao Qiang, visitou os EUA em 2011, informou com orgulho um grupo horrorizado de congressistas norte-americanos: “Eliminámos 400 milhões de pessoas da população. Eliminámos mais pessoas do que toda a população dos Estados Unidos.”

Agora ficámos a saber que o Partido está prestes a abandonar as restrições à natalidade. Pequim vai anunciar, talvez já no fim do ano, que as mulheres chinesas são livres de terem tantos filhos quantos desejarem.

Gostaria de pensar que o Presidente chinês, Xi Jinping, vai fazer isto porque ouviu – como eu ouvi durante o meu trabalho de investigação na China – os gritos das mulheres chinesas por serem forçadas a fazer abortos e esterilizações que não queriam. Ou porque está chocado com a matança de dezenas de milhões de bebés do sexo feminino através de infanticídio e aborto. Ou porque está perturbado com a visão dos homens “em excesso” que daí resultaram, 30 milhões, deambulando pelas cidades e vilas chinesas, e com a explosão do tráfico sexual e de outros crimes que vieram a seguir.

Mas suspeito que essas coisas não têm nada a ver com a decisão de Xi. Vendo bem, os líderes do Partido Comunista Chinês, a começar por Deng Xiaoping, há muito que acreditam que a China está sobrepovoada.

“Utilizem todos os meios que forem precisos para controlar a população da China”, disse Deng, alegadamente, aos seus altos funcionários em 1980. “Façam-no. Com o apoio do Partido não têm nada a temer.”

Os funcionários do Partido têm estado a “fazê-lo” às mulheres desde então. Cada ano durante os últimos 38 anos — na campanha política mais longa da história da RPC — prenderam, multaram, fizeram abortar e esterilizaram milhões de mulheres por violarem as regras aplicáveis à maternidade.

Xi está menos preocupado com o custo humano do vasto programa de engenharia social que herdou – talvez o mais ambicioso jamais tentado por um governo — do que com as suas consequências.

Sucede que não é possível eliminar 400 milhões de chineses— um dos povos mais produtivos e empreendedores do mundo – sem criar um buraco na demografia e nas perspetivas económicas.

Na realidade, a China inverteu o “teorema sombrio” de Malthus. Em vez de o crescimento da população ultrapassar a produção de alimentos, tal como Malthus previu, na China vemos o contrário. O que vemos é o controlo da população a enfraquecer a economia.

A população da China está atualmente a envelhecer, a sua força de trabalho está a diminuir e as suas perspetivas económicas estão a enfraquecer. De acordo com as projeções do Conselho de Estado no ano passado, cerca de um quarto da população da China terá 60 anos ou mais em 2030, uma subida em relação aos 13% de 2010. O país tinha falta de quase quatro milhões de trabalhadores em 2016, um número que irá aumentar todos os anos. O crescimento geral está a abrandar drasticamente, com a Kennedy School de Harvard a projetar um crescimento anual de apenas 4,4% durante a próxima década.

Xi Jinping invoca constantemente o seu Sonho Chinês, que consiste em ultrapassar os Estados Unidos na supremacia global. Com esse sonho atualmente ameaçado pela escassez de jovens, Xi decidiu aumentar a reprodução.

O seu primeiro passo nessa direção foi dado em 2015, quando ordenou que fosse permitido a todos os casais terem dois filhos. Contudo, o fim da política do filho único não produziu o "baby boom" esperado. Segundo o Serviço Nacional de Estatística da China, os nascimentos continuaram a diminuir, caindo 3,5% para 17,2 milhões só no ano passado.

Também não há nenhuma razão para pensar que o facto de se permitir aos casais conceber à vontade, em vez de ser a mando, vá fazer muita diferença. De facto, creio que o número de nascimentos na China vai continuar a descer drasticamente nos próximos anos. Tal irá refletir não só uma diminuição da população de mulheres em idade de procriação – recordemos que dezenas de milhões de bebés do sexo feminino nas suas coortes de nascimento foram mortos – mas também desejos de fertilidade mais baixos em geral. Atualmente a maioria das mulheres chinesas dizem que não querem mais do que um filho ou no máximo dois.

Esses números não são de todo suficientes para inverter o declínio demográfico que presentemente se faz sentir na China. Inverter esta espiral de morte e estabilizar a população exige que as relativamente poucas mulheres disponíveis, ou pelo menos muitas delas, tenham três ou mais filhos.

A “liberdade reprodutiva” que o Partido agora se propõe oferecer às mulheres poderá ser apenas um apeadeiro na via para algo muito mais sombrio – algo que se assemelha mais a servidão reprodutiva do que a liberdade reprodutiva. É pouco provável que o Presidente vitalício Xi Jinping assista impassível enquanto uma população envelhecida e uma força de trabalho em declínio descarrilam o seu Sonho Chinês de construir uma China moderna e poderosa até 2035.

Alguém duvida da vontade de Pequim de utilizar métodos coercivos e muitas vezes brutais para impor a sua vontade às massas? Se alguém duvidar, deve perguntar aos tibetanos, aos uyghurs ou aos ativistas de direitos humanos da China, que estão a desaparecer, qual é a experiência deles a esse respeito. Melhor dizendo, devem perguntar a qualquer uma das centenas de milhões de mulheres que sofreram devido às políticas das últimas quatro décadas.

O controlo do Estado sobre a reprodução é, de facto, um princípio há muito estabelecido na República Popular. O falecido Presidente Mao Tsé-Tung decretou no início da década de 1950 que seria o Partido e não as pessoas a decidir sobre o tamanho da família.

Alguém duvida que, se as mulheres chinesas não produzirem voluntariamente trabalhadores em número suficiente para o futuro industrial de alta tecnologia que Xi imaginou, este hesitaria em ordenar que a maternidade fosse obrigatória?

Se a próxima primavera de liberdade reprodutiva não produzir uma colheita abundante de bebés no outono, a ordem agora conhecida chegará: “Utilizem todos os meios que forem precisos para aumentar a taxa de natalidade”, dirá Xi Jinping aos seus altos funcionários. “Façam-no. Com o apoio do Partido não têm nada a temer.”

E pensavam vocês que " The Handmaid's Tale" [série de televisão] era ficção.

Steven W. Mosher, 21 Jun 2018

Steven W. Mosher é o presidente do Population Research Institute e autor de " Bully of Asia: Why China’s Dream is the New Threat to World Order"

Este artigo apareceu originalmente em Breibart.com

https://www.pop.org/mosher-china-may-end-two-child-policy-but-what-comes-next-may-be-just-as-bad/?bblinkid=101663227&bbemailid=8686920&bbejrid=661456705






Fonte: http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://acordem.com/blog/32873/

O Cardeal Caffarra fala acerca da Profecia da Irmã Lúcia - 17Dez2018 01:34:56

 


Cardeal Carlo Caffarra - Instituto Pontifício João Paulo II para os Estudos Sobre o Matrimónio e a Família - presidente fundador

Forum de Roma sobre a Vida - 19 de Maio de 2017 - Roma

Esta minha reflexão também foi inspirada por algo que a irmã Lúcia me escreveu.

Em 1981 o Papa João Paulo II chamou-me para que fundasse o Instituto para os Estudos sobre o Matrimónio e a Família. Os anos seguintes foram muito difíceis. Muitas pessoas, dentro e fora da igreja, não queriam este instituto, por causa da proposta cultural que apresentava.

Como este Instituto João Paulo II é dedicado à Nossa Senhora de Fátima, num momento muito difícil para mim como Superior, escrevi à irmã Lúcia a pedir-lhe simplesmente que rezasse pelo Instituto, e ao mesmo tempo a dizer-lhe que não esperava uma resposta.

Para minha grande surpresa, algumas semanas mais tarde, através do bispo de Leiria, o bispo da irmã Lúcia, ela respondeu-me. Estará sempre na minha memória, nunca esquecerei por toda a vida as últimas palavras desta carta. Palavras que estão gravadas no meu coração. E eram:

Virá o momento em que o confronto decisivo entre Cristo e o reino de Satanás será o matrimónio e a família. Os que irão trabalhar pelo matrimónio e a família sofrerão tribulações e perseguições, mas ela disse, padre, não tema, porque a Nossa Senhora já lhe esmagou a cabeça.

A minha reflexão nestas páginas é baseada também nestas palavras inesquecíveis da irmã Lúcia e, portanto, na convicção de que o que a irmã Lúcia disse naqueles dias está agora a ser cumprido nos nossos dias.

Obrigado pela vossa atenção.





Fonte: http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://acordem.com/blog/32860/

Injustiça Rápida: O Caso de Tommy Robinson - 17Dez2018 01:34:56

Tommy_Robinson_sc.jpg

É impressionante a rapidez com que a injustiça foi imposta a Robinson. Não, mais do que isso: é aterrorizante. Impedido de contatar seu advogado, foi imediatamente julgado e condenado a 13 meses atrás das grades. Na sequência, ele foi levado para a Hull Prison.



Fonte: http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://acordem.com/blog/32857/

Kadafi tinha razão sobre o que aconteceu a JFK - 17Dez2018 01:34:56



Porque somos antagonizados no mundo por uma conspiração monolítica e sem escrúpulos que se apoia essencialmente em formas veladas de expandir a sua esfera de influência, infiltração em vez de invasão, subversão em vez de eleições, intimidação em vez de livre escolha, em guerrilhas nocturnas em vez de exércitos de dia.

É um sistema que recrutou vastos recursos humanos e materiais para a construção de uma máquina extremamente forte e eficiente, que combina operações militares, diplomáticas, serviços de inteligência, económicas, científicas e políticas.

Os seus preparativos são secretos, não publicados. Os seus erros são enterrados, não publicitados. Os seus dissidentes são silenciados, não enaltecidos. Nenhuma despesa é questionada, nenhum rumor é impresso, nenhum segredo é revelado.

Kennedy decidiu inspeccionar a central nuclear de Dimona.
Ele insistiu nisso para averiguar se estava a produzir armas nucleares.
Os israelitas recusaram-se mas ele insistiu.
A crise foi resolvida com a demissão de Ben-Gurion.
Ele demitiu-se para não ter que concordar com a inspecção da central nuclear de Dimona.
Ele deu a luz verde para o assassinato de Kennedy.
Kennedy foi morto porque insistiu na monitorização da central nuclear de Dimona.

INDIVÍDUOS IDENTIFICADOS EM PESQUISA PROTEGIDA - Nome do indivíduo: ECHEVARRIA, HOMER S. - Razão do interesse na PP: Nov. 1963, o informante avisou o gabinete de Chicago que o indivíduo era membro do grupo anti-Castro cubano. Supostamente o indivíduo abordou o informante acerca de armas automáticas para a revolução cubana - 21/11/63 o indivíduo supostamente disse ao informante "Nós agora temos dinheiro em abundância -- os novos financiadores são judeus -- logo que 'nós' ou (eles) tratarem do Kennedy..." - O indivíduo mostrou uma atitude favorável em relação a LBJ. - Grau de perigo: - Organizações a que o indivíduo pertence: - cubano anti-Castro
Grupo nacionalista: cubano - Data em que o Serviço Secreto foi alertado: 26/11/63 - Proveniente de outro gabinete? NÃO - Medidas tomadas: A investigação feita pelo gabinete de Chicago não revelou qualquer violação sob a nossa jurisdição e as investigações nunca foram iniciadas. O indivíduo não foi interrogado. - Última localização: Chicago, Illinois. '63 - Gabinete local: Chicago - Última actualização: 25/04/69

Na longa história do mundo apenas a algumas gerações foi concedido o papel de defender a liberdade na hora do perigo máximo. Eu não me esquivo a essa responsabilidade, recebo-a de bom grado. Não acredito que qualquer um de nós trocaria de lugar com qualquer outro povo ou outra geração.

A energia, a fé, a dedicação que trazemos para este empreendimento vão iluminar o nosso país e todos que o servem e o brilho desse fogo poderá realmente iluminar o mundo. Por isso, meus compatriotas americanos, não perguntem o que o vosso país pode fazer por vós, perguntem o que vós podeis fazer pelo vosso país.

Concidadãos do mundo não perguntem o que a América fará por vós, mas o que juntos poderemos fazer pela liberdade do homem.

Para finalizar, quer sejam cidadãos americanos ou cidadãos do mundo, exijam de nós os mesmos altos padrões de vigor e sacrifício que nós vos pedimos. Com consciência tranquila a nossa única recompensa e a história como juiz final dos nossos atos, avancemos para conduzir esta terra que amamos, pedindo a Sua benção e o Seu auxílio, mas sabendo que aqui na terra o trabalho de Deus deve ser, na verdade, o nosso.









Fonte: http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://acordem.com/blog/32851/

Centro Kolby para o Estudo da Criação - Entrevistas - 17Dez2018 01:34:56

 


De acordo com a Associação de Estudantes Universitários Católicos, 85% dos jovens católicos nos Estados Unidos deixam de praticar a Fé quando vão para a universidade. O que está prestes a ver ajudará a explicar o "elo perdido" entre a fé vibrante de muitos jovens católicos praticantes e a sua fidelidade à doutrina católica tradicional da criação.

Olá, o meu nome é Everett, tenho dezoito anos e moro no Estado de Virgínia. Acredito que devemos defender a doutrina tradicional da criação porque, se o mundo e o universo têm milhares de milhões de anos como requere a teoria da evolução, então isso significa que Deus usou a morte, destruição e doença no processo de criar a humanidade, o que implicaria que Deus é um Deus que precisa de usar morte e doença e deformação para poder criar a humanidade.

Em vez disso, acredito que Deus é um Deus de amor, um Deus que ama todas as Suas criaturas e todo o Seu trabalho da criação e acredito que Ele criou o homem do pó da terra há seis mil anos atrás em vez de usar centenas de milhões de anos de morte, doença e destruição para criar as Suas obras.

O Papa S. Pio X condenou a afirmação de que por causa do progresso da ciência a doutrina tradicional da criação deveria ser reformulada. Apesar do claro ensinamento do Papa S. Pio X, os evolucionistas teístas estão a tentar reformular esta doutrina hoje em dia. A doutrina tradicional da criação diz que Deus por decreto, criou o mundo em seis dias e que todas as coisas estavam diante d'Ele em absoluta perfeição, ao passo que a "opinião" da evolução teísta é que Deus usou milhares e milhares de milhões de anos, de morte, deformação, destruição e doença e desordem, e explosões, para criar.

Então qual é a relevância disto? Bem, como S. Tomás de Aquino afirma, uma ideia falsa sobre a criação irá sempre criar uma falsa ideia sobre Deus. Claramente vemos na igreja hoje em dia muitas ideias falsas e heresias a aparecer por causa da evolução teísta. Os pais têm que se dar conta de que se privarem os seus filhos da doutrina tradicional da criação, não lhes estão a dar a palavra de Deus tal como é afirmada por todos os Papas, doutores e padres conciliares e as Escrituras. E também correm o grave risco de as suas crianças perderem a fé.

Tenho vinte anos, sou espanhol mas estou a viver na Escócia. Penso que o Génesis deveria ser aceite como facto histórico porque esta é a leitura óbvia do texto. O ensino do magistério, tal como o quarto Concílio de Latrão, e a Pontifícia Comissão Bíblica liderada por S. Pio X confirma esta interpretação. No exercício do apostolado acho que esta doutrina proporciona um melhor enquadramento para o problema do mal, uma vez que sustenta que a doença, a degradação, o mal natural e a morte não fazem parte do plano original de Deus para a criação, mas apenas uma consequência da nossa queda.

Igualmente acho que a ciência empírica, exercida de forma correta, não contradiz o Génesis, mas, pelo contrário, apresenta muita evidência contra a macro-evolução e por isso aumenta a necessidade de uma explicação sobrenatural para o mundo. A título pessoal, acho que acreditar que Deus nos criou instantaneamente no início pela Sua Palavra, também me dá, e pode dar a todos, uma maior intimidade com Ele, e uma maior noção do Seu Amor. É por isso que penso que a doutrina católica tradicional sobre a criação deveria ser acreditada e defendida.

O meu nome é Theresa Getny, tenho dezanove anos de idade e moro em Littleton, Colorado. Como jovem católica, foi-me dito que a minha fé seria contrária ao mundo. Acreditar literalmente na história do Génesis sobre a criação confirmou a verdade desta afirmação. Acreditar na criação é um dogma da fé sólido no qual me posso sustentar! Não só por estar alicerçado na ciência, mas mais importante, pela sua origem na Palavra de Deus.

O Génesis diz-me que Deus é fiel à Sua Palavra, na qual é dito que Ele criou, do nada, um paraíso para o homem, onde ele poderia habitar livre de sofrimento, doença, labor e morte, inocente e livre do pecado, na presença de Deus. O Génesis diz-me que a razão porque agora sofremos, labutamos e por fim, morremos é por causa da nossa queda em pecado, uma queda que ditou a vinda de um Salvador amoroso para nos libertar. Por outro lado a evolução diz que no princípio Deus deu-nos o mundo como o vemos agora, através de uma série de tentativas e erros, criando e matando, reordenando e corrigindo durante milhares de milhões de anos.

Se isto for verdade, então o mesmo Deus que criou tudo através da sobrevivência do mais apto, tinha a doença, o labor e a morte, como parte do seu plano divino original. Se a morte do corpo e da alma não aconteceu por causa do pecado, então qual é o significado da queda de Adão? Que necessidade temos então de um salvador? A evolução destrói lenta mas definitivamente a fé dos católicos, em especial dos jovens católicos. Quando falo com os meus colegas, vejo que estão mais prontos a negar a verdade da sua fé, do que as chamadas "doutrinas da evolução". Porque é que isto é assim?

A evolução destrói a principal fundação da fé. Se disserem aos meus colegas para descartarem este relato maravilhoso da criação por decreto divino, como poderemos esperar que acreditem que a hóstia no altar é o corpo do nosso Senhor?! A fé pela qual estaria disposta a morrer, não se compromete, não questiona e é fiel à sua palavra. "

...os jovens, se perderem o respeito pela Sagrada Escritura em um ou mais pontos, são facilmente levados a desistir de acreditar nela por completo. Não é necessário salientar como a natureza da ciência, tão admiravelmente adaptada para mostrar a glória do Grande Criador, desde que seja ensinada como deveria ser, se for perversamente transmitida à inteligência juvenil, torna-se sobremaneira fatal ao destruir os princípios da verdadeira filosofia e na corrupção da moralidade." Papa Leão XIII,  Providentissimus Deus, 18







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Testemunho de Bono Vox - Quem é Jesus para você? - 17Dez2018 01:34:56

 



Então, então o quê ou quem foi Jesus para si?

B: Penso que é, é uma pergunta essencial para um cristão, quem foi Cristo, e eu não penso que seja possível dizer que Ele foi apenas um grande pensador, ou um grande filósofo ou, umm, você sabe, porque na realidade, Ele foi por todo o lado a dizer que era o Messias, foi por isso que foi crucificado. Foi crucificado porque disse que era o Filho de Deus, então, na minha opinião ou era o Filho de Deus, ou Ele...

Não era!

B: Não não! Doido!

Doido. Sim.

B: Esqueça o complexo do Messianismo do rock and roll, estou-me a referir a um delírio tipo Charlie Manson. E acho difícil aceitar que milhões e milhões de vidas, metade da terra, durante dois mil anos, tenham sido tocadas, tenham sentido as suas vidas tocadas, e inspiradas por um doido. Simplesmente não acredito nisso.

Então portanto, daí resulta que você acredita que Ele era divino?

B: Sim!

E portanto daí resulta que você acredita que Ele fisicamente ressuscitou dos mortos?

B: Sim! Quero dizer, não tenho nenhum problema com milagres. Eu vivo rodeado por eles. Eu sou um.

Então, então quando você ora, você ora a Jesus,

B: Sim!

o Jesus ressuscitado?

B: Sim!

E você acredita que Ele fez promessas que se tornarão realidade?

B: Sim! Acredito!




 



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Menino emblemático na capa do álbum dos U2 critica a banda por apoiar o aborto na Irlanda - 17Dez2018 01:34:56

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Quando criança, apareceu na capa do álbum de estréia dos U2, "Boy" e no seu álbum revelação de 1983, "War". Agora, o fotógrafo Peter Rowen, de 44 anos, está a pronunciar-se contra o recente apoio dos U2 ao aborto legalizado. Em 1 de maio, a banda irlandesa twittou o seu apoio à revogação da Oitava Emenda pró-vida da Irlanda e à legalização do aborto sob demanda em toda a Ilha Esmeralda.

Rowen postou na sua página no Facebook em 15 de Maio: "Horrorizado por ver os U2 usarem a sua voz para promover algo tão obviamente errado! Que vergonha!. Provérbios 6 vs 16 -19 # savethe8th."

No dia 25 de maio o povo irlandês irá votar sobre a revogação de sua emenda constitucional pró-vida que garante aos humanos pré-nascidos o direito à vida.

Rowen escreveu ainda: "A oitava emenda é a única proteção legal que os não nascidos têm atualmente na constituição irlandesa. Removê-la (que é o que está sendo proposto) abrirá literalmente o caminho para o aborto sob demanda. Os casos mais difíceis, os casos mais complexos e complicados estão a ser usados para convencer o povo irlandês neste referendo. A realidade é que, se o aborto for legalizado na Irlanda, a maioria das crianças que morrem serão bebés saudáveis abortados por mães saudáveis."

"É muito triste ver essa banda (que uma vez professou uma forte fé cristã) chegar a esse ponto."

"War" foi o terceiro álbum de estúdio dos U2 lançado em 1983 e marca a entrada no mercado dos Estados Unidos, alcançando o 12º lugar na tabela de álbuns da Billboard. Rowen parecia inocente na capa de "Boy", de 1980, mas tinha um olhar mais duro na capa de "War", que, não surpreendentemente, dado o título, cobriu temas como violência na Irlanda do Norte, Guerra Fria, armas atómicas e refugiados.

Muitas das músicas contêm simbolismos cristãos, incluindo "Sunday Bloody Sunday", que menciona "a vitória que Jesus ganhou". Enquanto a música é sobre o sangrento conflito na Irlanda do Norte na época, pessoas pró-vida podem-se inspirar no seu apelo para evitar a violência.

Outra música, "Drowning Man", retrata o amor de Deus alcançando os desesperados, e cita Isaías, outro tema que poderia se aplicar aos nascituros que estão a morrer e talvez literalmente, a afogar-se no útero.

Os U2 e Bono, vocalista do grupo, em particular, têm sido defensores dos pobres e dos oprimidos, incluindo as vítimas da SIDA na África. Dado esse legado, é irónico que eles voltem as costas para o não-nascido.

Como escreve Rowen, "Dizem-nos que se trata de uma questão de direitos humanos. Desde quando os humanos têm o direito de acabar com a vida de outra pessoa?"

22 de maio de 2018

https://www.lifesitenews.com/news/boy-from-u2s-war-album-slams-band-for-supporting-repeal-of-irelands-pro-lif?utm_source=LifeSiteNews.com&utm_campaign=1198a3fa6d-Daily%2520Headlines%2520-%2520World&utm_medium=email&utm_term=0_12387f0e3e-1198a3fa6d-402354785









Fonte: http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://acordem.com/blog/32839/

Ainda "Grã"-Bretanha? Lamentar o que aconteceu à Albion - 17Dez2018 01:34:56

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Se viu "Dunkirk" ou "A Hora Mais Negra", ficou com uma ideia do espírito combativo britânico face a um grande perigo. Se souber um pouco mais sobre esse período, sabe porque razão Churchill pôde afirmar em relação ao povo britânico que "esta foi a sua melhor hora". 

Dificilmente se diria o mesmo agora. Salvo algumas honrosas exceções, o espírito de resistência britânico está muito por baixo. As classes média e baixa submetem-se de má vontade aos ditames das elites e as elites submetem-se de livre vontade à islamização do seu país.

Se o povo britânico resistiu com sucesso à invasão de Inglaterra planeada por Hitler, essencialmente curvou-se perante a invasão islâmica das Ilhas Britânicas. O que Hitler não conseguiu alcançar com a força das armas, os migrantes muçulmanos alcançam através da migração. Com a ajuda das autoridades britânicas, estão a impor de forma gradual mas inexorável um código moral alheio ao Reino Unido.

O exemplo mais gritante desta atitude submissiva é a resposta tépida aos ataques de violação em massa por gangues muçulmanos em vilas e cidades de Inglaterra. Na verdade, "tépida" é uma palavra demasiado forte. "Ausência de resposta" é mais exato. Embora as autoridades soubessem quem eram os responsáveis pelas violações, nada fizeram. Nalgumas cidades os crimes foram ignorados durante décadas.

É possível que tenha ouvido falar de Rotherham, uma cidade com cerca de 250.000 habitantes onde cerca de 1.400 raparigas com idades compreendidas entre os 11 e os 14 anos foram drogadas, violadas e traficadas durante anos por gangues paquistaneses. As autoridades – membros do conselho municipal, polícia, agências de proteção da criança – tinham conhecimento das violações, mas mantiveram-se caladas.

A vergonha de Rotherham foi finalmente revelada em 2013. A notícia espalhou-se rapidamente por Inglaterra e, se estava atento, é possível que tenha reparado que apareceu brevemente nos jornais americanos. Mas ouviu falar de Telford? Telford é uma cidade pitoresca com cerca de 150.000 habitantes, nos Midlands ingleses. A 11 de março deste ano, o Sunday Mirror noticiou que Telford era "o 'pior' escândalo de abuso sexual infantil da Grã-Bretanha de sempre". Tendo começado na década de 80, cerca de mil raparigas menores foram violadas, espancadas, vendidas para sexo e, algumas, assassinadas. Tal como em Rotherham, os responsáveis da cidade encobriram os abusos durante décadas – e pela mesma razão. Tinham receio que lhes chamassem "racistas" ou "islamofóbicos".

Infelizmente, a epidemia de violações não está confinada a Rotherham e Telford. Segundo um repórter, estendeu-se a "Bristol, Derby, Rochdale, Peterborough, Newcastle, Oxfordshire, Bradford, Keighly, Banbury, Halifax, Leeds, Birmingham, Norwich, Burney, High Wycombe, Dewsbury e Middleborough". Isto "entre outros locais". Um dos outros locais é Londres.

No primeiro ano do mandato do presidente da câmara Sadiq Khan, os homicídios em Londres subiram 27%, o homicídio juvenil cresceu 70%, as violações aumentaram 18% para 7.600 casos notificados e os crimes sexuais infantis subiram 30% para 1.200 por ano. Londres tem também o maior número de ataques com ácido per capita de qualquer outra cidade do mundo.

Quando eu era mais novo, era vulgar ouvir dizer que Londres era uma das cidades mais seguras do mundo – um lugar onde as mulheres podiam andar sozinhas à noite e a polícia não tinha de andar armada. Mantinha uma posição favorável sempre que era comparada com a Cidade de Nova Iorque dominada pelo crime. Este ano, porém, Londres ultrapassou a Cidade de Nova Iorque como uma das capitais mais perigosas do Mundo Ocidental.

O que aconteceu em Londres para provocar uma tal reviravolta? Melhor dizendo, o que aconteceu em Yorkshire, Oxfordshire, Derbyshire, Shropshire e todos os outros condados pacíficos do espaço verde e agradável de Inglaterra?

Foram os Orcs? A julgar pelos esforços hercúleos que fizeram para encobrir a verdade, é bem possível que a imprensa e as autoridades tivessem preferido que acreditássemos nisso. O que aconteceu, evidentemente, foi a migração muçulmana sustentada pelas elevadas taxas de natalidade muçulmanas.

Em qualquer caso, esta história não passa apenas pela chegada dos muçulmanos à Grã-Bretanha. É mais complicada do que isso. Regressemos por momentos à década de 1940. Churchill era o maior líder de Inglaterra, mas há outro inglês que bem poderá ter sido o seu maior profeta. Em 1948, George Orwell escreveu o romance distópico clássico "1984". É um erro pensar no livro simplesmente como uma previsão de coisas más que hão de vir, porque Orwell queria que ele fosse um comentário sobre coisas más que já estavam a acontecer (no bloco soviético) ou já tinham acontecido (na Alemanha nazi). Orwell também viu algo na Inglaterra do seu tempo que o perturbou. Devido, em parte, à centralização e burocratização exigidas pelo esforço de guerra, a Grã-Bretanha já se encontrava no caminho para o socialismo. Orwell favorecia o socialismo democrático, mas também percebia que o socialismo tinha potencialidades ameaçadoras. Afinal, o partido político totalitário que ele descreve em "1984" chama-se Ingsoc – abreviatura de "Socialismo Inglês".

As instituições que governam a Inglaterra moderna não são tão brutais como o Ingsoc, mas partilham algumas das suas características – particularmente o desejo de controlar a informação. Por exemplo, a polícia de Telford não se referiu aos membros do gangue de violadores como paquistaneses ou muçulmanos, mas simplesmente como "asiáticos". A BBC não noticiou os crimes de Telford durante 36 horas depois de a notícia ter vindo a lume e mesmo assim só com um curto spot na BBC Radio Shropshire (a comunicação social alemã manteve um silêncio semelhante após as agressões sexuais em massa em Colónia). Além disso, tal como em "1984", as autoridades inglesas perseguem os crimes de pensamento ("crimes de ódio" em linguagem moderna) de forma tão vigorosa como perseguem os crimes reais. Por exemplo, no meio da onda de crimes em Londres, a polícia londrina nomeou 900 investigadores especiais para investigarem – o que seria? – crimes de ódio. Ironicamente, o alvo principal dessas investigações de ódio são pessoas que usam o Facebook ou outras redes sociais para criticar o Islão e a imigração. Em Inglaterra, a violação de crianças e os ataques com ácido são simplesmente o preço que a sociedade paga pela sua vibrante diversidade, mas dizer o que se pensa no Facebook é um crime de ódio. O que Naz Shah, um membro feminino do Parlamento, aconselhou às vítimas de violação de Rotherham reflete a atitude das elites em relação ao resto da sociedade britânica: afirmou que as raparigas deviam "calar a boca para o bem da diversidade".

Existe outra semelhança entre a Grã-Bretanha de hoje e o Ingsoc de "1984". As sociedades totalitárias especializam-se em humilhações pequenas e grandes. As humilhações destinam-se a desmoralizar os cidadãos e a quebrar a sua vontade de resistir. É o que parece estar agora a acontecer na Grã-Bretanha. A violação é um ato de subjugação e humilhação e, se nada for feito, a humilhação transforma-se numa desmoralização corrosiva. Se acontece em grande escala – como atualmente na Grã-Bretanha – e se as autoridades se tornam cúmplices, então toda a sociedade fica desmoralizada. Se, ainda por cima, os que se queixam dos ultrajes são silenciados e até presos, a humilhação é completa.

Nada disto é um bom augúrio para o futuro da Grã-Bretanha. Tal como diz Mark Steyn, "uma sociedade que não defende as suas raparigas mais jovens e mais vulneráveis é certamente capaz de racionalizar muito mais compromissos perversos nos próximos anos". Poderíamos perguntar, "quantos mais compromissos é que a Grã-Bretanha ainda pode fazer?" Graças aos esforços das organizações islamistas britânicas e ao apaziguamento cobarde das instâncias oficiais britânicas, a vontade de resistir está a ser lentamente esmagada.

Ainda assim, não devemos descartar completamente a Grã-Bretanha. Apesar do seu declínio, ainda há esperança. Os cidadãos britânicos têm uma história de orgulho e coragem da qual podem retirar lições. Todas as probabilidades estão contra eles agora, mas o mesmo se passou em 1940. Na altura em que Churchill tomou posse, a situação parecia tão desesperada que uma grande parte do governo estava preparada para capitular perante Hitler. No entanto, contra todas as probabilidades, a Grã-Bretanha prevaleceu.

Além disso, a Grã-Bretanha tem uma herança cristã. E, historicamente, o Cristianismo tem sido o baluarte mais forte da Europa contra a islamização. Essa herança foi dissipada ao ponto de estar praticamente perdida. Mas não se deve excluir um renascimento do Cristianismo. Até os ateus estão a começar a reconhecer o papel vital que o Cristianismo desempenha. Num evento recente em Inglaterra, Richard Dawkins alertou contra a celebração da extinção do Cristianismo "na medida em que o Cristianismo pode ser um baluarte contra algo pior". A civilização cristã já se encontrava em declínio na altura do discurso de Churchill, mas este reconheceu que era essencial para revitalizar o espírito britânico. Bem fariam os cidadãos britânicos hoje em regressar aos seus discursos. Eis uma amostra:

A batalha de Inglaterra está prestes a começar. Desta batalha depende a sobrevivência da civilização cristã. Depende a própria vida britânica e a continuidade das nossas instituições e do nosso império…Vamos então assumir os nossos deveres e prepararmo-nos, pois se o Império Britânico e a sua Commonwealth durarem mil anos, os homens ainda dirão: "Esta foi a sua melhor hora."

Claro que a situação hoje é diferente. É melhor e pior. Os islamistas na Grã-Bretanha não têm nada semelhante ao poder das forças armadas de Hitler. Em vez disso, têm de se apoiar na guerra cultural crescente. Isso dá aos cidadãos britânicos muito mais tempo do que tiveram em 1940. Por outro lado, a Grã-Bretanha debate-se hoje com uma falta desesperada de confiança cultural. O multiculturalismo e o politicamente correto minaram a sua capacidade para lutar contra uma guerra de culturas. Além disso, desta vez o inimigo não está do outro lado do Canal. A ideologia islamista já se encontra entrincheirada dentro das fronteiras da Grã-Bretanha e os seus defensores são ajudados e encorajados pela fraca liderança britânica e generosamente financiados pelo seu sistema de proteção social.

E quanto aos Estados Unidos? Os americanos podem pensar que tudo isto não tem nada a ver com eles. Mas o que se está a passar na Grã-Bretanha também se está a passar aqui: a supressão de notícias, as acusações de "crimes de ódio", os encobrimentos e o agrilhoamento da liberdade de expressão em nome da sensibilidade e do politicamente correto. Se a batalha de Inglaterra de hoje for perdida e, juntamente com ela, a batalha de França e da Alemanha e do resto do continente, a América vai ficar muito sozinha. E a sua resistência errática à islamização vai parecer ainda mais fútil. Churchill falou da América no seu discurso de 1940 e o que ele disse nessa altura ainda hoje se aplica:

Mas se falharmos, o mundo inteiro, incluindo os Estados Unidos, incluindo tudo o que conhecemos e prezamos, afundará no abismo de uma nova idade das trevas, tornada mais sinistra e, talvez, mais prolongada, pelas luzes da ciência pervertida.

17 de abril de 2018 (Projeto Turning Point)
Original publicado na edição de 27 Mar 2018 de "Crisis"
https://www.crisismagazine.com/2018/britains-rape-epidemic

https://www.lifesitenews.com/opinion/still-great-britain-lamenting-whats-become-of-albion










Fonte: http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://acordem.com/blog/32813/

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- O que estão a tocar?
- A Nona Sinfonia de Beethoven.
- Ai credo! Já a nona?! Nunca pensei que chegasse tão tarde!
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